Mais
austeridade e necessidade de cortar nas funções do Estado…Mais 4 mil milhões…
Surpresa?...
Não, de todo!!!! Senão vejamos…
Há décadas
que temos um crescimento ou anémico ou inexistente. Pouco, muito pouco se fez
para contrariar a tendência do empobrecimento…
Sem riqueza
criada, pouco ou nada se pode redistribuir…
Continuamos
a envelhecer e pouco, muito pouco se fez para defender a natalidade e, pelo
menos, repôr a necessária renovação de gerações…
Sem sangue
novo é mais difícil progredir e inovar…
De deficit
em deficit e de alegre campanha eleitoral em mais alegre campanha eleitoral
temos andado… O desgoverno foi-se acentuando ao ritmo eleiçoeiro local ou
nacional… A diferença ultimamente é a de que se vão inaugurando mais umas
autoestradas ou mais umas rotundas ou estádios que ninguém pensou em pagar ou
tão simplesmente ver se faziam ou não falta… No tempo da ditadura inauguravam-se
fontanários anedóticos…
Pois…
Quanto às
funções do Estado, bem agora há que voltar ao debate, outra vez, como
sempre!...
Também de
debate em debate e de polémica em polémica vamos andando entretidos e
esquecidos…
Esquecidos
de que somos, todos nós, o Estado, todos temos sido responsáveis pelo triste
estado a que isto chegou!!!...
Pela
omissão, pela apatia, falta de intervenção cívica e cidadã! Pelo deslumbramento
e pelas vãs vaidades de inúmeros protagonismos e protagonistas, também!
Será que não
é tempo de, finalmente, pararmos um pouco e de HUMILDEMENTE fazer mais do que
só dizer? Talvez seja isso que realmente é preciso, AGORA!
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